Como estruturar a sua empresa de locação

Vivemos em uma era digital. Por isso, é difícil imaginar um negócio sem uma plataforma de e-commerce.  E essa tem sido a principal tendência do mercado nos últimos anos: transferir parte do comércio físico para o online. Para o segmento da locação, esse movimento não é diferente. 

Antes de entender como estruturar a sua empresa no e-commerce da locação, ou e-rental, primeiro é necessário saber, exatamente, o que é esse conceito. Também chamado de comércio eletrônico, refere-se às empresas que estruturam o processo de compra e venda na internet. Ou seja, todas as transições comerciais são realizadas de forma virtual. 

Trata-se de um empreendimento que diferencia a estrutura e o funcionamento da oferta de seu negócio. O e-commerce digitaliza integralmente a venda e o atendimento ao cliente. Dessa forma, facilita e agiliza o trabalho de gestão da empresa. 

Para você entender o processo de estruturação de e-rental para a sua empresa, continue nesse artigo. Aqui você verá: 

  1. Diferença entre e-commerce e marketplace
  1. Tipos de e-commerce;  
  1. Passo a passo para estruturação do e-rental.  
  1. Diferença entre e-commerce e marketplace 

Existe uma grande dúvida sobre o que é marketplace e o que o diferencia do e-commerce. Enquanto o comércio virtual vai além de um portal de vendas. Nesta plataforma, o sistema reúne informações para a gestão de vendas e o atendimento ao cliente. 

Já o marketplace oferece um lugar para que empresas vendam seus produtos. É uma plataforma intermediária entre o negócio e o consumidor. Ela realiza os processos de cobrança, tem responsabilidade sobre a garantia de entrada e a qualidade do produto.  

Lojistas ingressantes no mercado digital optam por marketplaces por já terem uma estrutura pronta. As únicas atividades que precisam ser feitas é o cadastro e o catálogo dos produtos. 

Com isso em mente, onde o e-rental se encaixa? É preciso entender que, por ser uma plataforma online de locação, ele é adicionado ao site de cada locador. Ou seja, é um e-commerce personalizado para que cada negócio, de maneira independente, exponha e loque os seus produtos de forma virtual.  

  1. Tipos de e-commerce 

Há diversos tipos de e-commerce, mas listamos os cinco mais comuns no Brasil: 

  • Business to Business (B2B) – relação entre corporações, ou seja, a venda de produtos de uma empresa para outra. Neste modelo, o faturamento é maior do que em outros, assim como as exigências, como a qualidade, rapidez em entrega, entre outros. 
  • Business to Consumer (B2C) – é a relação entre o negócio e o consumidor. Este modelo está cada vez mais conhecido, pois atende às demandas dos varejistas. O diferencial são os preços competitivos, os quais têm como base a pesquisa de preços. 
  • Consumer to Consumer (C2C) – ganhou mais força por conta da internet, pois cria diversas possibilidades de compra e venda entre as pessoas. Um consumidor oferecendo serviços ou produtos a outro consumidor. Encaixa bastante com a mentalidade dos marketplaces. 
  • Consumer to Business (C2B)  relação entre consumidor e empresa, inversa ao modelo de B2C. Pessoas físicas vendendo para pessoas jurídicas. 
  • Business to Administration (B2A) – Transações entre negócios e administração pública. É o caso de segurança social, registros, entre outros. 
  1. Passo a passo para a estruturação do e-rental 

A criação e a estrutura de uma plataforma de e-commerce ou e-rental é simples, basta apenas seguir o passo a passo: 

  1. Defina o produto – é importante definir que tipo de produto você irá colocar na plataforma, pois isso impactará na distribuição dos mesmos. Neste caso, falamos de produtos físicos, os quais exigem mais atenção à logística, estoque e entrega. É importante criar uma estratégia para controlar a entrada e saída dos equipamentos. Por exemplo, ter controle do estoque e um sistema que os próprios colaboradores possam preencher – com muita atenção – quais são os produtos estão chegando e saindo da empresa. Porém, facilita muito se essa produção é feita por um software. A partir da automatização, as chances de erro diminuem drasticamente. Também é importante ter um inventário que checa se o que está no estoque físico é o mesmo número registrado pelo sistema. 
  1. Domínio – é o endereço da sua plataforma e, quanto mais simples for, melhor será para os consumidores e usuários encontrarem seu site. Por esse motivo, muitos usam o nome da empresa para colocar no domínio.  
  1. Escolha uma ferramenta – Por último, basta escolher a plataforma em que deseja expor seu produto ou serviço.  

Caso tenha chegado até aqui, deve ter entendido um pouco mais sobre e-commerce e marketplace e como esses dois modelos se encaixam no mercado de locação de equipamentos.  

e-rental idealizado pelo ELOCA é uma plataforma instalada no site de cada cliente, para montar o seu próprio e-commerce de locação. Dessa forma, é possível que os consumidores realizem os processos burocráticos dos alugueis de maneira totalmente online e, depois, recebam o equipamento físico, sem complicações.  

Para o gestor, também é vantagem, pois o investimento inicial é personalizado e, na web, a possibilidade de fazer um Produto Mínimo Viável (MVP) é mais fácil do que em loja física. Além disso, é uma plataforma que trabalha 24h por dia, com atualizações em tempo real e que pode ter integração com outros canais como, por exemplo, um marketplace

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